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86 Artigos - MOTIVAÇAO
20 - CAUSA E EFEITO
Fonte: Andrew Matthews, do livro “Siga seu coração”
Se a sua vida está estagnada, é preciso prestar mais atenção no que você faz por ela. A gente nunca ouve uma pessoa dizer: “Eu me levanto cedo, faço ginástica, estudo, cultivo minhas relações, esforço-me ao máximo no trabalho – e nada de bom acontece em minha vida”. A vida é um sistema de energia. Se nada de bom acontece, a culpa é sua. Assim que perceber que seu investimento molda as suas circunstâncias, você deixa de ser uma vítima…

As regras de causa e efeito regem a vida de todo mundo. Nós recebemos na vida aquilo que pedimos. Bruce seduz as mulheres com brilhantes e perfumes; quando elas o abandonam, reclama que foi usado por causa do dinheiro…

Wendy provoca comoção com seus decotes exagerados; ao mesmo tempo, queixa-se de que os homens a querem unicamente por causa do seu corpo… Aí eu pergunto – onde está o mistério? São as regras de causa e efeito. Se formos sinceros conosco mesmos, podemos listar quase tudo que nos aconteceu, e verificar o quanto colaboramos para que tenha sido assim.

Não se preocupe com o que as leis do universo possam ter proporcionado ao seu vizinho. Observe apenas como a lei de causa e efeito opera em sua vida – nos relacionamentos, no sucesso, nas decepções. Descubra isso e você terá paz interior.

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44 - VIVER COM EQUILÍBRIO
Fonte: Nd
Em uma conferencia numa universidade americana, Brian Dyson, ex-presidente da Coca-Cola, falou sobre a relação entre o trabalho e outros compromissos da vida.

Disse ele:

“Imaginem a vida como um jogo, no qual vocês fazem malabarismo com cinco bolas que planam ao ar. Essas bolas são: o trabalho, a família, a saúde, os amigos e o espírito. O trabalho é uma bola de borracha. Se cair, bate no chão e pula para cima. Mas as quatro outras são de vidro. Se caírem no chão quebrarão e ficarão permanentemente danificadas.”

Entendam isso e busquem o equilíbrio na vida. Como?

Não diminuam seu próprio valor, comparando-se com outras pessoas. Somos todos diferentes. Cada um de nós é um ser especial. Não fixem seus objetivos com base no que os outros acham importante. Só vocês estão em condições de escolher o que é melhor para vocês próprios;

Dêem valor e respeitem as coisas mais queridas ao seus corações. Apeguem-se a elas como a própria vida. Sem elas a vida carece de sentido. Não deixem que a vida escorra entre os dedos por viverem no passado ou no futuro. Se viverem um dia de cada vez, viverão todos os dias de suas vidas;

Não desistam quando ainda são capazes de um esforço a mais. Nada termina até o momento em que se deixa de tentar. Não temam admitir que não são perfeitos;

Não temam enfrentar riscos. Correndo riscos é que aprendemos a ser valentes;

Não excluam o amor de suas vidas dizendo que não se pode encontralo. A melhor forma de receber amor é dá-lo. A forma mais rápida de ficar sem amor é apegar-se demasiado a si próprio. A melhor forma de manter o amor é dar-lhe asas;

Não corram tanto pela vida a ponto de esquecerem onde estiveram e para onde vão;

Não tenham medo de aprender. O conhecimento é leve, um tesouro que se carrega facilmente;

Não usem imprudentemente o tempo ou as palavras. Não se podem recuperar;

A vida não é uma corrida, mas sim uma viagem que deve ser desfrutada a cada passo;

Lembrem-se: ontem é história, amanhã é mistério e hoje é uma dádiva. Por isso se chama “presente”. Vivam o presente com muita energia!.”

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10 - PESSIMISTA E OTIMISTA
Fonte: Nd
O pessimista diz que a chuva resultará em lama;

O otimista diz que ela assentará a poeira.O otimista diz que está melhor hoje;

O pessimista diz que estava pior ontem.

Quando o otimista vê uma abelha, diz que lá vai o produtor de mel;

O pessimista diz que lá vai o animal que ferroa.

O otimista diz que está feliz por estar vivo;

O pessimista sente pena por ter que morrer.

O pessimista diz que um dos teus pés é maior que o outro;

O otimista diz que um dos teus pés é menor que o outro.

O otimista descobre o bem no mal;

O pessimista descobre o mal no que é bom.

Numa empresa fabricante de sapatos, trabalhavam dois vendedores. Um deles era otimista. O outro, pessimista. Ambos foram enviados a um longínquo país africano para investigar a possibilidade de vendas naquele local. Após certo tempo, o pessimista enviou um telegrama à empresa,

dizendo:

- Más notícias. Aqui ninguém usa sapatos.

Ao mesmo tempo, o otimista enviou esta mensagem para a empresa:

- Boas notícias! Aqui ninguém usa sapatos!

Conclusão: o otimismo nos leva a encarar a vida positivamente, a “fazer das tristezas, riquezas a mais, e do pranto, uma canção”.

Quanto ao pessimismo… é derrotismo prático, suicídio psicológico, filho do desespero e pai da dissolução.

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78 - A CARTA SEM DESTINO
Fonte: Zuuc
Em uma cidade antiga, cheia de ruas estreitas e casas de portas coloridas, um carteiro chamado Tomé encontrou uma carta esquecida entre correspondências acumuladas em um armário empoeirado do correio. Não havia remetente nem destinatário, apenas palavras escritas com cuidado, carregadas de emoção. Curioso, Tomé decidiu levar a carta para casa, sem saber o que faria com ela.

Naquela noite, sentado à mesa iluminada por uma vela, leu cada palavra com atenção. A carta falava de amor, arrependimento e saudade, mas não havia pista de quem a receberia. Tomé sentiu o coração apertado e uma vontade estranha de ajudar. Ele pensou: — Alguém escreveu isto com tanto sentimento. Alguém merece que estas palavras cheguem ao seu destino.

No dia seguinte, saiu pelas ruas, mostrando a carta para vizinhos, perguntando se reconheciam a caligrafia ou o conteúdo. Muitas pessoas riram e disseram que não valia a pena, que o tempo tinha passado. Mas Tomé não desistiu. Sentiu que a carta precisava cumprir sua missão, mesmo que o remetente ou destinatário fossem desconhecidos.

Sem perceber, suas ações começaram a transformar as pessoas ao redor. Ao ouvir a história da carta, vizinhos lembraram de familiares distantes, de amigos com quem perderam contato. Cada conversa gerou novos encontros, abraços e reconciliações. A carta sem destino tornou-se um catalisador de afetos, sem que ninguém soubesse exatamente de quem era.

Finalmente, uma senhora idosa, Dona Clara, reconheceu a caligrafia da carta. Era de sua filha, que havia partido para outra cidade anos atrás e nunca conseguiu enviar a mensagem. Tomé a entregou, e Dona Clara leu cada palavra com lágrimas nos olhos. Aquela carta, perdida por tanto tempo, trouxe reconexão, perdão e emoção, cumprindo o que o destino não conseguiu anteriormente.

Lição: Pequenos gestos e palavras, mesmo quando esquecidos ou perdidos, podem transformar vidas. O valor do amor e da atenção não depende do tempo ou da intenção inicial, mas do efeito que causam. Cada ação de cuidado e carinho, por menor que pareça, pode tocar corações e criar conexões inesperadas.

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68 - A LUZ DA JANELA
Fonte: Zuuc
Em uma pequena vila cercada por montanhas e neblina, havia casas alinhadas em ruas estreitas e sinuosas. À noite, quando o silêncio se espalhava e o vento soprava entre as paredes, as janelas iluminadas eram como faróis de esperança. Entre essas casas, vivia um homem chamado Artur, simples e discreto, que mantinha sempre acesa uma pequena lâmpada sobre a mesa da sala, mesmo quando não havia visitas.

Do outro lado da rua, morava Sofia, uma jovem que enfrentava tempos difíceis. A vida a havia deixado solitária: sua família estava longe, e a tristeza pesava sobre seu coração como um manto escuro. Muitas noites, ela permanecia acordada, sentada à beira da cama, sentindo o peso da solidão e da insegurança. Uma dessas noites, ao olhar pela janela, percebeu a luz constante da casa de Artur. A luminosidade era pequena, mas persistente, um ponto de calor no mar de trevas.

Sofia começou a esperar por aquela luz todas as noites. Não conhecia Artur pessoalmente, mas sentia que aquela presença silenciosa trazia conforto, como se dissesse sem palavras: “Não estás só”. Havia noites em que chorava, outras em que apenas suspirava, mas a luz da janela sempre a lembrava de que havia vida além da escuridão que a envolvia.

Um dia, a curiosidade a fez atravessar a rua. Bateu à porta de Artur e foi recebida com um sorriso humilde e caloroso. Conversaram pouco; na verdade, não era necessário. Sofia percebeu que a luz da janela nunca tivera a intenção de ajudá-la, mas o efeito de seu gesto simples iluminara sua alma de maneira inesperada. Artur, sem saber, tornara-se farol de esperança.

Nos meses seguintes, Sofia aprendeu a manter sua própria luz acesa. Inspirada pelo gesto silencioso do vizinho, passou a cuidar melhor de si mesma, a estender a mão a outros e a perceber que pequenos atos de constância e bondade podem transformar vidas, mesmo quando parecem insignificantes. A luz da janela, antes apenas um ponto de calor na rua escura, tornou-se metáfora viva do poder de iluminar o mundo ao nosso redor sem perceber.

Lição: Às vezes, nossa presença constante e silenciosa pode iluminar a vida de alguém, mesmo sem intenção. Pequenos gestos de cuidado e atenção, como uma luz acesa na escuridão, têm o poder de aquecer corações e despertar esperança.

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