84 - REFRIGERADORES CLIMAX
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As Industrias Pereira Lopes começou no ramo de refrigeradores em 1942 comprando peças importadas e montando no Brasil, já no ano seguinte em 1943 a fabrica mudou-se para São Carlos interior de São Paulo sendo uma das primeiras empresas que sairam da capital São Paulo para o interior.
Em 1948 a familia Pereira Lopes passa a adotar o nome para seus refrigeradores de Climax, neste mesmo período seus produtos passam a ter uma boa porcentagem de nacionalização, após 20 anos as Industrias Pereira Lopes fazem sua primeira fusão em 1968, comprando a marca Ibesa (Industria Brasileira de Embalagens S A) que tinha sua fabrica no bairro da Pompeia em São Paulo, com isto o nome da empresa muda para Pereira Lopes Ibesa Industria e Comércio S A
Somente em 1983 pela segunda vez a empresa muda de nome e começa a ser chamada de Climax Industria e Comércio S A, mesmo com a marca indo bem em Junho de 1994 a familia Pereira Lopes decide vender a marca Climax para a Refrigeradores Paraná S A, que troca o nome Climax pela terceira e ultima vez para a sua representante na época que era a Prosdocimo.
79 - HUMANOS NÃO SÃO DA TERRA
Fonte: Wikipedia
Um ecologista estadunidense afirma que nós humanos não somos da Terra, mas fomos colocados no planeta por alienígenas há milhares de anos Em seu livro, o Dr Ellis Silver aponta a um número de características fisiológicas que dão apoio ao seu caso do porque dos humanos não terem evoluído ao lado de outra vida na Terra O fato de humanos sofrerem de dores nas costas (o que ele sugere é devido a termos evoluído em um mundo com menor gravidade) até aos fatos de ficarmos facilmente queimados pelo Sol e termos dificuldades em partos).
O Dr Ellis diz que, pela maior parte, apesar do planeta dar conta das necessidades humanas, a Terra talvez não sirva para interesses da espécie tanto quanto imaginavam os alienígenas que aqui nos depositaram Em seu livro, ‘Humans are not from Earth: A Scientific Evaluation of the Evidence’ (‘Humanos não são da Terra: Uma Avaliação Científica da Evidência’ – trad livre n3m3) o ecologista escreve que a raça humana possui defeitos que a caracteriza como não sendo deste mundo.
“A raça humana é supostamente a espécie mais avançada no planeta, todavia ela é surpreendentemente inapropriada e má equipada para o ambiente da Terra: prejudicada pela luz solar, um gosto desfavorável aos alimentos que naturalmente ocorrem aqui, taxas ridiculamente altas de doenças crônicas e mais“, ele disse em entrevista.
O ecologista diz que os humanos podem sofrer de problemas nas costas porque evoluíram num mundo com uma gravidade menor Ele também diz que é muito estranho o fato das cabeças dos bebês serem muito grandes, assim tornando difícil o parto, podendo resultar em fatalidades para as mães e para os bebês Nenhuma outra espécie tem estes problemas, diz ele.
Além disso, ele também acredita que os humanos não foram projetados para ficarem expostos ao Sol, como aqui na Terra, pois não podem ficar banhando ao Sol por mais de uma ou duas semanas – diferentemente de um lagarto – e não podem ficar expostos ao Sol o dia todo sem terem problemas.
O Dr Ellis também alega que os humanos estão sempre doentes e isto pode ser devido aos ‘relógios biológicos’ dos nossos corpos terem evoluído para esperarem um dia de 25 horas, como já foi provado por pesquisadores.
Ancient_Aliens_AliensWereHere“Esta não é uma condição moderna; os mesmos fatores podem ser traçado desde o começo da história humana na Terra“, diz ele Ele sugere que o homem Neanderthal, tal como o Homo erectus, foram um cruzamento com outras espécies, talvez de Alfa-Centauro, que é o sistema estelar mais próximo do nosso sistema solar, a aproximadamente 4,37 anos luz de distância De acordo com o Dr Ellis, as pessoas sentem que não pertencem a este planeta.
“Isto sugere (pelo menos para mim) que a raça humana possa ter evoluído num planeta diferente, e que um dia podemos ter sido trazidos aqui como um espécie em desenvolvimento Uma razão para isto… é que a Terra possa ser um planeta prisão, já que parecemos ser uma espécie naturalmente violenta, e estamos aqui até que aprendamos a nos comportar“, ele disse.
Para o Dr Ellis, a intenção do seu livro é a de criar um debate, ao invés de ser um estudo científico e ele espera que irá levar as pessoas a contatá-lo com mais sugestões para ‘evidência’.
Embora outros cientistas dizem que algumas bactérias vieram para a Terra do espaço, Chris McKay, um astrobiólogo da NASA, disse que chegar à conclusão de que elas sejam vida alienígena é um “salto enorme“ Já, o Professor Wainwright, da Universidade de Sheffield, planeja investigar mais a fundo a tese da vida ter vindo de fora e acredita que ela está constantemente chegando do espaço, e não é oriunda da Terra.
O Dr Ellis diz que, apesar de sua ideia ser uma evolução extrema da tese da vida ter vindo de fora do planeta, a intenção dele é a de provocar as pessoas a pensar e ele alega ter tido uma reação altamente positiva sobre sua tese.
“A minha tese propõe que a raça humana não evoluiu como parte da linhagem de vida [natural deste planeta], mas evoluiu em algum outro lugar e foi transportada para Terra, como Homo sapiens, completamente evoluído, entre 60000 e 200000 anos atrás“, diz ele.
83 - PERDIDOS NO ESPAÇO
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A Série.
Perdidos no Espaço foi criada pelo produtor Irwin Allen, sem muitos recursos, mas, em compensação, a série é muito rica em imaginação Quando o esboço do seriado foi apresentado à 20th Century Fox e à rede CBS, os executivos adoraram, pois não havia séries que tratassem desse tipo de assunto na época Além disso, o fato de botar uma família no espaço era o ideal para atrair um leque bem abrangente de público
A série de ficção foi apresentada originalmente nos Estados Unidos pela rede CBS, entre 15 de setembro de 1965 à 6 de março de 1968, num total de 83 episódios, em 3 temporadas A duração de cada episódios era de aproximadamente de 60 minutos.
Todo o primeiro ano do seriado foi feito em preto e branco porque o estúdio não queria gastar demais A família Robinson enfrentava seres espaciais, ameaças alienígenas, além das encrencas criadas pelo Dr Smith Tal qual a maior parte dos seriados da época, as histórias terminavam antes do epílogo e no final começava uma outra história que dava gancho para o próximo episódio, uma forma de segurar o espectador A fórmula deu certo e a receptividade de Perdidos no Espaço foi superior ao esperado pelos produtores.
Com o sucesso, a segunda e a terceira temporada foram produzidas em cores Neste período, os integrantes da família Robinson deixaram de ser o centro das atenções e todo o enfoque passou para os bizarros seres espaciais e, é claro, o trio Smith-Will-Robô No geral, as histórias ficavam no seguinte esquema: O Dr Smith arrumava um plano que evidentemente botava em risco toda a família, o menino Will, embora alertado pelo pai para não desobedecê-lo, acabava cedendo aos falsos argumentos do Dr Smith e se dava mal, e o robô acabava entrando no rolo porque, apesar de alertar para o perigo da situação, não era ouvido por ninguém Além disso, era sempre desligado por Smith depois de ser chamado histericamente de "lata de sardinha enferrujada".
A História.
Baseada na história da Família Robinson, do romance "The Swiss Family Robinson", Perdidos no Espaço se passa em 1997 quando a Terra já estava superpovoada e novos mundos deveriam ser colonizados A família Robinson foi a escolhida para uma viagem com duração prevista de 68 anos Na nave Júpiter II, partiram o professor de astrofísica John Robinson, sua esposa Maureen Robinson e seus filhos Judy e Penny, e o menino-prodígio Will Pilotando a nave estava o major Don West, um tampinha metido à valente.
Os membros da família ficariam congelados até chegar ao destino se os planos não tivesse sido alterados pelo maligno espião Dr Smith, que entrou escondido na Jupiter 2 para sabotar a missão Ele reprogramou o robô dos Robinson para destruir a família e a nave O tiro saiu pela culatra e Smith acabou ficando preso dentro da nave que partiu rumo ao espaço com ele a bordo O peso extra do intruso faz a Júpiter 2 sair do curso estabelecido inicialmente e ir em direção a uma chuva de meteoros Com uma tragédia prestes a acontecer, o Dr Smith, no intuito de salvar a própria pele, descongelou o major West para que ele desse um jeito na situação Mas era tarde A família Robinson, foi reanimada e se viu totalmente fora do rumo previsto, ou seja, perdida no espaço, procurando o caminho de volta à Terra.
Bastidores.
O episódio piloto da série Perdidos no Espaço foi chamado de "No Place to Ride" mostrava somente a família Robinson e o major West, a nave não se chamava Júpiter II, mas sim Gemini 12, que se perdiam no espaço na procura de um novo planeta habitável para a humanidade Este episódio nunca foi apresentado pois ele foi arquivado após a uma interferência do coordenador Tony Wilson que achou melhor incorporar um vilão e um robô inspirado num filme chamado O Planeta Proibido (The Forbidden Planet) de 1959 e que também fez uma participação num dos episódios de Viagem ao Fundo do Mar, outra produção de Irwin Allen, transformando assim o primeiro episódio em também um piloto da série.
Embora poucos soubessem ou talvez não se preocupassem com isso, o robô da série, talvez o mais famoso robô já criado até hoje, principalmente por seu alarmante sinal de "Perigo! Perigo!" - uma marca registrada - era interpretado por um ator fixo: Bob May, o único que não tinha seu nome estampado nos créditos iniciais.
May tinha a árdua tarefa de ficar camuflado debaixo de uma pesada roupa durante toda a gravação O figurino do robô de Perdidos no Espaço foi criado por Robert Kinoshita Além de ficar com as pernas presas e dar passos pequenos para que o robô parecesse deslizar sobre a superfície, May tinha que ficar meio encurvado para poder ver o caminho por onde deveria passar A placa na parte superior, que acendia toda a vez que o robô falava, era a mesma que servia de "visor" para o ator ver com quem estava contracenando Inclusive, a própria luz piscante era acionada por Bob May de dentro da carcaça, sincronizando com a fala do robô.
Embora o ator fosse obrigado a decorar todas falas e participar das cenas, era outro ator quem dublava o robô na edição final O apresentador de programas de rádio, Dick Tufeld, fazia a voz metálica da máquina.
A série foi considerado na época como uma das mais caras da história da televisão Cada episódio foi calculado em torno de $400,000, uma soma grandiosa em se tratando da década de 60 Na época surgiram até rumores que, caso a série não se fosse um sucesso, fatalmente a CBS quebraria com todo esse gasto na produção, o que felizmente não aconteceu.
A música tema para a abertura e os créditos foram compostas por John Williams, que foram substituídas na terceira temporada por outra composição composta também por Williams, tendo um tempo de ação bem mais excitante Também participaram outros grandes compositores como Alexander Courage, que contribui com seis canções Somente no episódio "No Place to Hide", que nunca foi ao ar, a música tema de abertura foi emprestada de um filme clássico de 1951 chamada "The Day the Earth Stood Still".
85 - FOGÃO DÉCADA DE 1970
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Durante as três decadas de 1960, 1970 e 1980 existiu no Brasil um tipo de fogão diferente do que usamos atualmente, estes fogões não possuiam estufa (parte que fica embaixo do forno), e em seu lugar, existia uma espécie de pé fabricado com ferro que deixava o restante do fogão suspenso sem contato com o chão.
Este tipo de fogão passava a idéia de portatil, pois não possuia estufa sendo mais leve e mais fácil de carregar fazendo com que fosse bastante comum em sítios, casas na praia ou até mesmo pessoas que mudavam com frequência de endereço, alem disso eram bastante duraveis já que não havia contato direto do gabinete do fogão com o chão sendo muito mais díficil de enferrujar, problema no qual é cada vez mais comum nos fogões fabricados atualmente.
Algo que também facilitava em muito na cozinha era o fato de que não era necessário arrastar o fogão para limpar embaixo, apesar de todas essas qualidades a fabricação deste tipo de fogão foi descontinuada no final da decada de 1980, sendo que uma decada antes nos anos 70 estes fogões chegaram ao máximo de sua fabricação representados por empresas fortes no mercado, a antiga Semer, Continental e Brastemp.
86 - GRAVADORES DE FITA K7
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No final da década de 1960 começaram a aparecer as primeiras fitas k7 no Brasil, iniciando assim a comercialização de aparelhos para sua reprodução, mas neste período eram muito caros e inacessíveis pois alem de serem novidades eram importados do Japão.
Somente na década de 1970 as fitas k7 passaram a ser produzidas no Brasil como também alguns de seus aparelhos para reprodução, alem dos rádios gravadores também eram produzidos apenas o aparelho toca fitas, chamados popularmente de gravador de mesa ou gravador portátil, sendo este ultimo nome porque em sua maioria possuíam uma capa de couro que alem de proteger o aparelho também servia para transporte.
Este aparelho alem de reproduzir fitas K7, gravava discos por meio de um cabo ligado em uma vitrola, como também, gravava vozes por meio de um microfone ligado no próprio aparelho.
Durante a década de 1970 até o final da década de 1980, varias marcas que em sua grande maioria eram japonesas foram comercializadas no mercado brasileiro, como Aiko, CCE (em meados da década de 1970), Evadim (também Mitsubishi), Mitsubishi (em meados da década de 1970), National Panasonic (que em aproximadamente 1986, passou a ser apenas Panasonic), Orion (Importada do Japão), Philips, Sanyo, Sharp entre outras.
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