83 - PERDIDOS NO ESPAÇO
Fonte: Wikipedia
A Série.
Perdidos no Espaço foi criada pelo produtor Irwin Allen, sem muitos recursos, mas, em compensação, a série é muito rica em imaginação Quando o esboço do seriado foi apresentado à 20th Century Fox e à rede CBS, os executivos adoraram, pois não havia séries que tratassem desse tipo de assunto na época Além disso, o fato de botar uma família no espaço era o ideal para atrair um leque bem abrangente de público
A série de ficção foi apresentada originalmente nos Estados Unidos pela rede CBS, entre 15 de setembro de 1965 à 6 de março de 1968, num total de 83 episódios, em 3 temporadas A duração de cada episódios era de aproximadamente de 60 minutos.
Todo o primeiro ano do seriado foi feito em preto e branco porque o estúdio não queria gastar demais A família Robinson enfrentava seres espaciais, ameaças alienígenas, além das encrencas criadas pelo Dr Smith Tal qual a maior parte dos seriados da época, as histórias terminavam antes do epílogo e no final começava uma outra história que dava gancho para o próximo episódio, uma forma de segurar o espectador A fórmula deu certo e a receptividade de Perdidos no Espaço foi superior ao esperado pelos produtores.
Com o sucesso, a segunda e a terceira temporada foram produzidas em cores Neste período, os integrantes da família Robinson deixaram de ser o centro das atenções e todo o enfoque passou para os bizarros seres espaciais e, é claro, o trio Smith-Will-Robô No geral, as histórias ficavam no seguinte esquema: O Dr Smith arrumava um plano que evidentemente botava em risco toda a família, o menino Will, embora alertado pelo pai para não desobedecê-lo, acabava cedendo aos falsos argumentos do Dr Smith e se dava mal, e o robô acabava entrando no rolo porque, apesar de alertar para o perigo da situação, não era ouvido por ninguém Além disso, era sempre desligado por Smith depois de ser chamado histericamente de "lata de sardinha enferrujada".
A História.
Baseada na história da Família Robinson, do romance "The Swiss Family Robinson", Perdidos no Espaço se passa em 1997 quando a Terra já estava superpovoada e novos mundos deveriam ser colonizados A família Robinson foi a escolhida para uma viagem com duração prevista de 68 anos Na nave Júpiter II, partiram o professor de astrofísica John Robinson, sua esposa Maureen Robinson e seus filhos Judy e Penny, e o menino-prodígio Will Pilotando a nave estava o major Don West, um tampinha metido à valente.
Os membros da família ficariam congelados até chegar ao destino se os planos não tivesse sido alterados pelo maligno espião Dr Smith, que entrou escondido na Jupiter 2 para sabotar a missão Ele reprogramou o robô dos Robinson para destruir a família e a nave O tiro saiu pela culatra e Smith acabou ficando preso dentro da nave que partiu rumo ao espaço com ele a bordo O peso extra do intruso faz a Júpiter 2 sair do curso estabelecido inicialmente e ir em direção a uma chuva de meteoros Com uma tragédia prestes a acontecer, o Dr Smith, no intuito de salvar a própria pele, descongelou o major West para que ele desse um jeito na situação Mas era tarde A família Robinson, foi reanimada e se viu totalmente fora do rumo previsto, ou seja, perdida no espaço, procurando o caminho de volta à Terra.
Bastidores.
O episódio piloto da série Perdidos no Espaço foi chamado de "No Place to Ride" mostrava somente a família Robinson e o major West, a nave não se chamava Júpiter II, mas sim Gemini 12, que se perdiam no espaço na procura de um novo planeta habitável para a humanidade Este episódio nunca foi apresentado pois ele foi arquivado após a uma interferência do coordenador Tony Wilson que achou melhor incorporar um vilão e um robô inspirado num filme chamado O Planeta Proibido (The Forbidden Planet) de 1959 e que também fez uma participação num dos episódios de Viagem ao Fundo do Mar, outra produção de Irwin Allen, transformando assim o primeiro episódio em também um piloto da série.
Embora poucos soubessem ou talvez não se preocupassem com isso, o robô da série, talvez o mais famoso robô já criado até hoje, principalmente por seu alarmante sinal de "Perigo! Perigo!" - uma marca registrada - era interpretado por um ator fixo: Bob May, o único que não tinha seu nome estampado nos créditos iniciais.
May tinha a árdua tarefa de ficar camuflado debaixo de uma pesada roupa durante toda a gravação O figurino do robô de Perdidos no Espaço foi criado por Robert Kinoshita Além de ficar com as pernas presas e dar passos pequenos para que o robô parecesse deslizar sobre a superfície, May tinha que ficar meio encurvado para poder ver o caminho por onde deveria passar A placa na parte superior, que acendia toda a vez que o robô falava, era a mesma que servia de "visor" para o ator ver com quem estava contracenando Inclusive, a própria luz piscante era acionada por Bob May de dentro da carcaça, sincronizando com a fala do robô.
Embora o ator fosse obrigado a decorar todas falas e participar das cenas, era outro ator quem dublava o robô na edição final O apresentador de programas de rádio, Dick Tufeld, fazia a voz metálica da máquina.
A série foi considerado na época como uma das mais caras da história da televisão Cada episódio foi calculado em torno de $400,000, uma soma grandiosa em se tratando da década de 60 Na época surgiram até rumores que, caso a série não se fosse um sucesso, fatalmente a CBS quebraria com todo esse gasto na produção, o que felizmente não aconteceu.
A música tema para a abertura e os créditos foram compostas por John Williams, que foram substituídas na terceira temporada por outra composição composta também por Williams, tendo um tempo de ação bem mais excitante Também participaram outros grandes compositores como Alexander Courage, que contribui com seis canções Somente no episódio "No Place to Hide", que nunca foi ao ar, a música tema de abertura foi emprestada de um filme clássico de 1951 chamada "The Day the Earth Stood Still".
47 - CUIDADO! VOCÊ PODE SER MEGALOMANÍACO
Fonte: Wikipedia
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Megalomania é um transtorno psicológico no qual o doente tem ilusões de grandeza, poder e superioridade, é uma característica do transtorno afetivo bipolar, também se caracteriza pela obsessão em realizar feitos e atos grandiosos.
A superestimação de si mesmo e sua capacidade pessoal é bastante comum na população em geral Ele se torna um transtorno mental, onde a superestimação é semelhante ao delírio de grandeza ou se transforma em delírio de onipotência.
A pessoa muitas vezes se sente megalomaníaco investido de uma missão divina, aspira a se tornar rei.
Ela tende a reduzir tudo a si mesmo com um sentimento imenso de invencibilidade, e invenção de histórias que ela é o "herói".
Megalomania reflecte frequentemente um descontrole emocional.
Segundo os psicanalistas, a megalomania é um sintoma de um ego alargada. Na maioria dos casos pode converter o fato em delírio, com comportamento inconsistente, quando não se traduz automaticamente em ambições fadadas ao fracasso devido à capacidade insuficiente do megalomaníaco pessoa real.
Não faz parte do transtorno da psicopatia, a megalomania é frequentemente encontrada em pacientes idosos que sofrem de demência senil ou mania em uma pessoa Megalomania tem pontos em comum com o bovarysm.
O bovarysm descreve a frustração nascida da culpa entre as aspirações de um indivíduo e sua condição e as suas capacidades reais.
Em linguagem corrente, aqui estão alguns "sinônimos" do prazo de megalomania: Egocentrismo, insensatez, vaidade, arrogância, megalomania, arrogância, a importância, a vaidade, o narcisismo, a ostentação, a presunção, vaidade, pretensão, arrogância, soberba.
79 - HUMANOS NÃO SÃO DA TERRA
Fonte: Wikipedia
Um ecologista estadunidense afirma que nós humanos não somos da Terra, mas fomos colocados no planeta por alienígenas há milhares de anos Em seu livro, o Dr Ellis Silver aponta a um número de características fisiológicas que dão apoio ao seu caso do porque dos humanos não terem evoluído ao lado de outra vida na Terra O fato de humanos sofrerem de dores nas costas (o que ele sugere é devido a termos evoluído em um mundo com menor gravidade) até aos fatos de ficarmos facilmente queimados pelo Sol e termos dificuldades em partos).
O Dr Ellis diz que, pela maior parte, apesar do planeta dar conta das necessidades humanas, a Terra talvez não sirva para interesses da espécie tanto quanto imaginavam os alienígenas que aqui nos depositaram Em seu livro, ‘Humans are not from Earth: A Scientific Evaluation of the Evidence’ (‘Humanos não são da Terra: Uma Avaliação Científica da Evidência’ – trad livre n3m3) o ecologista escreve que a raça humana possui defeitos que a caracteriza como não sendo deste mundo.
“A raça humana é supostamente a espécie mais avançada no planeta, todavia ela é surpreendentemente inapropriada e má equipada para o ambiente da Terra: prejudicada pela luz solar, um gosto desfavorável aos alimentos que naturalmente ocorrem aqui, taxas ridiculamente altas de doenças crônicas e mais“, ele disse em entrevista.
O ecologista diz que os humanos podem sofrer de problemas nas costas porque evoluíram num mundo com uma gravidade menor Ele também diz que é muito estranho o fato das cabeças dos bebês serem muito grandes, assim tornando difícil o parto, podendo resultar em fatalidades para as mães e para os bebês Nenhuma outra espécie tem estes problemas, diz ele.
Além disso, ele também acredita que os humanos não foram projetados para ficarem expostos ao Sol, como aqui na Terra, pois não podem ficar banhando ao Sol por mais de uma ou duas semanas – diferentemente de um lagarto – e não podem ficar expostos ao Sol o dia todo sem terem problemas.
O Dr Ellis também alega que os humanos estão sempre doentes e isto pode ser devido aos ‘relógios biológicos’ dos nossos corpos terem evoluído para esperarem um dia de 25 horas, como já foi provado por pesquisadores.
Ancient_Aliens_AliensWereHere“Esta não é uma condição moderna; os mesmos fatores podem ser traçado desde o começo da história humana na Terra“, diz ele Ele sugere que o homem Neanderthal, tal como o Homo erectus, foram um cruzamento com outras espécies, talvez de Alfa-Centauro, que é o sistema estelar mais próximo do nosso sistema solar, a aproximadamente 4,37 anos luz de distância De acordo com o Dr Ellis, as pessoas sentem que não pertencem a este planeta.
“Isto sugere (pelo menos para mim) que a raça humana possa ter evoluído num planeta diferente, e que um dia podemos ter sido trazidos aqui como um espécie em desenvolvimento Uma razão para isto… é que a Terra possa ser um planeta prisão, já que parecemos ser uma espécie naturalmente violenta, e estamos aqui até que aprendamos a nos comportar“, ele disse.
Para o Dr Ellis, a intenção do seu livro é a de criar um debate, ao invés de ser um estudo científico e ele espera que irá levar as pessoas a contatá-lo com mais sugestões para ‘evidência’.
Embora outros cientistas dizem que algumas bactérias vieram para a Terra do espaço, Chris McKay, um astrobiólogo da NASA, disse que chegar à conclusão de que elas sejam vida alienígena é um “salto enorme“ Já, o Professor Wainwright, da Universidade de Sheffield, planeja investigar mais a fundo a tese da vida ter vindo de fora e acredita que ela está constantemente chegando do espaço, e não é oriunda da Terra.
O Dr Ellis diz que, apesar de sua ideia ser uma evolução extrema da tese da vida ter vindo de fora do planeta, a intenção dele é a de provocar as pessoas a pensar e ele alega ter tido uma reação altamente positiva sobre sua tese.
“A minha tese propõe que a raça humana não evoluiu como parte da linhagem de vida [natural deste planeta], mas evoluiu em algum outro lugar e foi transportada para Terra, como Homo sapiens, completamente evoluído, entre 60000 e 200000 anos atrás“, diz ele.
78 - NÃO SERIA MARTE A ORIGEM DA TERRA?
Fonte: Wikipedia
Notícia divulgada no site do history informa que através de análises feitas pelo Curiosity, robô que se encontra em solo Marciano, há evidencias, de acordo com os resultados da análise, de ter ocorrido uma possível catástrofe no passado, com devastadora ação causada pelos enormes vulcões ou um choque cósmico no planeta, que abalou a atmosfera do planeta vermelho.
Tudo se torna mais cristalino e evidente, quando se faz comparação ao analisarmos a ”Escritas Cuneiforme” dos sumérios, através de todos os dados deixados por eles em ”Tábuas de Argila”, descrevendo toda a trajetória de um ”Povo que teria vindo do Céu”.
Uma análise de informações coletadas pelo robô Curiosity, que aterrissou em Marte no ano de 2012, sugere que aconteceu uma grande reviravolta no planeta que poderia ter sido causada por erupções vulcânicas ou por uma enorme colisão que pode ter destruído a atmosfera do planeta.
Estes são os resultados das primeiras medições feita pelo robô da Nasa sobre a composição de gases, incluindo argônio, oxigênio, nitrogênio, monóxido de carbono e dióxido de carbono na atmosfera marciana.
As conclusões, publicadas na revista Science em dois estudos paralelos, permitem aos cientistas compreender melhor como ocorreu a mudança climática em Marte e também entender se já houve condições para o desenvolvimento da vida no planeta em algum momento de sua história.
Dr Chris Webster, do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, em Pasadena, e autor de um dos estudos, disse que os dados permitiram comparações diretas e mais precisas com o clima da Terra.
A equipe acredita que um grande evento que destruiu a atmosfera de Marte deve ter acontecido há, aproximadamente, quatro bilhões de anos A proporção diferente das duas formas do gás argônio em Marte e na Terra sugere que algum grande evento mudou suas quantidades relativas, disseram os cientistas.
De acordo com entrevista de Monica Grady, professora de Ciências Planetárias da ”The Open University”, ao jornal inglês The Guardian, ”é ótimo que dois estudos separados, feitos com uso de diferentes métodos e técnicas, apontaram para a mesma composição da atmosfera de Marte”.
De acordo com uma análise de rochas, publicada no mês passado, Marte teve uma atmosfera rica em oxigênio um bilhão de anos antes do que a Terra As rochas, coletadas da superfície da cratera Gusev pelo rover Spirit, da Nasa, continham cinco vezes mais níquel do que os meteoritos marcianos achados na Terra.
Isso sugere que as rochas da superfície, que possuem ao menos 3,7 bilhões de anos, se formaram em um ambiente rico em oxigênio, enquanto o mesmo não aconteceu com os meteoritos, com idades entre 180 milhões e 1,4 bilhões de anos Dr Paul Mahaffy, do Centro de Voo Espacial da Nasa, que foi o autor do outro estudo, disse que uma análise mais aprofundada precisava ser feita antes que os humanos decidam colocar os pés em Marte.
”Do ponto de vista prático, precisamos saber a composiçãoda atmosfera hoje, e como ela está mudando, de modo que podemos nos preparar para uma eventual exploração humana”
Isso indica que Marte possivelmente já foi em passado remoto, um planeta idêntico a Terra, inclusive com atmosfera contendo oxigênio e todos os ingredientes necessários a manutenção da vida Difícil descobrir porque se tornou o planeta estéril e inabitável como se apresenta agora.
Não é de se estranhar que os cientistas estejam tão interessados em colonizar Marte, pelo que tudo indica, há algo invisível pairando no ar do nosso querido planeta Terra, que a longo ou médio prazo poderá acarretar graves problemas para a nossa sobrevivência Se Marte já foi igual à Terra e agora está nessa situação, porque seria diferente com o nosso planeta? Isso gera mais questionamentos Não seria nossa origem o planeta Marte?
74 - TRANSFORMAÇÃO INCRÍVEL
Fonte: Wikipedia
Existe um programa de TV que transforma as mulheres de forma impressionante! É o Extreme Makeover.
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